segunda-feira, 10 de março de 2014

Reinos

->Monera:
Ser procarionte, unicelular. Autotrófico, produtor e consumidor.

->Protista:
Ser eucarionte, unicelular, mas existem alguns pluricelulares. Auto e heterotróficos. Ser produtor, macro e microconsumidor.

->Fungi:
Ser eucarionte, pluricelular, mas existem alguns unicelulares. Ser heterotrófico e microconsumidor.

->Plantae:
Ser eucarionte, pluricelular. Autotrófico e produtor.

->Animalia:
Ser eucarionte, pluricelular. Heterotrófico e macroconsumidor.

Definições:
  • Um ser procarionte é um ser que é constituído por células que não têm membrana nuclear. Enquanto que um ser eucarionte é constituído por células com membrana celular.

  • Um ser unicelular é constituído por uma única célula, enquanto o pluricelular é constituída por várias células.

  • Ser autotrófico produz o seu próprio alimento, e um heterotrófico precisa de outros seres para se alimentar.

Biodiversidade

Existe vida na Terra desde há cerca de 3500 M.a.
Desde então os seres mais simples se transformam em seres mais complexos.
A biodiversidade é a soma de todas as formas de vida que habitam o planeta.

Biosfera- camada superficial onde habitam todos os seres vivos da Terra.

Bioma- Um dos ecossistemas da Terra, do mesmo tipo. (Lugares com o mesmo bioma, por terem características semelhantes, contêm seres e plantas semelhantes).

Ecossistema- Conjunto de relações entre os seres vivos e o meio físico-químico, os seres vivos da mesma espécie e os seres vivos de espécies diferentes.

Espécie- Seres com características muito semelhantes, que se podem reproduzir e deixar descendência fértil.

População- Conjunto de seres da mesma espécie, que vivem no mesmo local e na mesma época.

Comunidade biótica ou biocenose- Conjunto de todos os seres vivos que vivem no mesmo local e na mesma época.

Habitat- É o lugar específico onde uma determinada espécie pode ser encontrada.

Biótopo- Conjunto de fatores fisico-químicos existentes num determinado ecossistema.

Nicho ecológico- É a função que cada espécie ocupa no seu sistema.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Modelos da estrutura da Terra

> Modelo segundo as propriedades químicas:

Modelo mais antigo dividia o interior da Terra apenas em 3 camadas: Crosta; Manto e Núcleo.
Com o aumento dos conhecimentos sobre o interior da Terra, graças aos métodos diretos e indiretos, este modelo foi aperfeiçoado, ficando:

-Crosta oceânica: basáltica, sólida (0 aos 12 Km).
-Crosta continental: granítica, sólida (0 aos 70 Km).

-Manto superior: pastoso, maioritariamente sílica (30 aos 700 Km).
-Manto inferior: sólido, ferro-magnesiana (700 aos 2900 Km).

-Núcleo externo: líquido, ferro e níquel (2900 aos 5150 Km).
-Núcleo interno: sólido, ferro e níquel (5150 aos 6371 Km).

A separar as várias camadas, existem as descontinuidades:
-> descontinuidade de Mohorovicic separa a crosta do manto superior (situa-se a 30 Km de profundidade).
-> descontinuidade de Guttenberg separa o manto inferior do núcleo externo (situa-se a 2900 Km de profundidade).
-> descontinuidade de Lehmann separa o núcleo externo do núcleo interno (situa-se a 5150 Km de profundidade).

>Modelo segundo as propriedades físicas:
Este modelo divide o interior da Terra apenas em 4 camadas:

-Litosfera: contem a crosta (oceânica e continental) e parte do manto superior. É rígida e prolonga-se dos 0 aos 100 Km.

-Astenosfera: contem parte do manto superior. Tem um comportamento plástico e prolonga-se dos 100 aos 350 Km.

-Mesosfera: engloba o que resta do manto superior e o manto inferior. É rígida e prolonga-se dos 350 aos 2900 Km.

-Endosfera: engloba os dois núcleos (externo e interno). O núcleo externo é líquido, enquanto o interno é sólido e prolonga-se dos 2900 aos 6371 Km.

Fases do sismo

Fase premonitória- corresponde à chegada das primeiras ondas P.
Sismo principal- corresponde ao intervalo de tempo em que a amplitude e a magnitude do sismo foi maior. Corresponde também à saída das ondas L.
Réplicas- reajuste do interior da Terra e saída das últimas ondas S.

!Nota importante!
Intensidade: grau de destruição provocado pelo sismo. Mede-se com a escala de Mercalli ( 1 a 12 em numeração Romana).
Magnitude: energia libertada do hipocentro e transportada pelas ondas sísmicas. Mede-se com a escala de Richter ( 0 a 9 em numeração Árabe).
Isossistas: linhas que unem pontos de igual intensidade sísmica.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Ondas sísmicas

Existem vários tipos de ondas sísmicas:

Ondas P- propagam-se na mesma direção da propagação da onda. Desloca-se em todo o tipo de material, apesar de variar de velocidade cada vez que mudar de meio de propagação. São as ondas que se deslocam mais rapidamente. O seu movimento é o de dilatar e contrair.

Onda S- não se desloca em material no estado líquido, é desviada ou refratada quando entra em contacto com material no estado líquido. Desloca-se aos zig-zagues e é mais lenta que as ondas P.

Onda L- são ondas muito destruidoras. Resultam da junção das ondas P e S, deslocam se em todo o tipo de material, aos zig-zagues e dilatando e contraindo ao mesmo tempo.

Ondas Reyleigh- são ondas muito raras e as mais destruidoras. Deslocam-se num movimento circular, no sentido contrário ao sentido do ponteiro do relógio.

Sismologia

É uma libertação de energia do interior da Terra. Esta atividade mostra que a nossa Terra é dinâmica.

Os sismos propagam-se na forma de ondas sísmicas e podem ter várias origens origem tectónica, origem vulcânica e também de origem humana).

A teoria proposta pelo geólogo Henry reid, em 1911 permitiu explicar o aparecimento dos sismos de origem tectónica.
TEORIA DO RESSALTO ELÁSTICO
A teoria diz que quando a tensão aplicada à rocha ultrapassa o seu limite elástico, dá-se a deformação das rochas. Esta deformação pode ser uma dobra, se o movimento das placas for lento e uma falha quando o movimento das placas for brusco.

Os sismos só acontecem na Litosfera, pois para acontecer um sismo, tem de haver uma falha e para haver uma falha tem de haver rocha (estado sólido), logo, apenas na Litosfera as rochas estão em condições de se partirem e não dobrarem.

Hipocentro- local de origem do sismo
Epicentro- local à superfície onde o sismo é sentido com maior violência.

Os sismos podem ser classificados de acordo com o seu ponto de origem em:

  • Superficiais- cujo hipocentro situa-se a menos de 70 Km (são os sismos que sentimos com mais magnitude);
  • Intermédios- cujo hipocentro situa-se entre os 70 os 300 Km.
  • Profundos- cujo hipocentro situa-se a mais de 300 Km.

NOTA:
 >Um maremoto é um sismo cujo epicentro é na crosta oceânica; enquanto que um terramoto é um sismo cujo epicentro é na crosta continental.
>Um tsunami é uma onda gerada a partir de um maremoto.

Riscos e benefícios do vulcanismo

BENEFÍCIOS:
-> Solos férteis;
-> Mais área de terreno para povoar;
-> Turismo;
-> Exploração de materiais vulcânicos;

RISCOS:
-> Nuvens ardentes;
-> Lahares ( deslocamento de grandes massas de lama);
-> Gases (muitas vezes tóxicos para o ser humano);
-> Tsunamis (onda gerada pelo sismo que pode vir a acontecer antes da erupção).